segunda-feira, 4 de abril de 2011

Assassinatos na Academia Brasileira

Fala galera!!!, Faz tempo que eu não apareço por aqui, Estou em semana de prova, to estudando muito, e sem com tá que na ultima quinta feira peguei uma gripe avassaladora, quem com que eu não entrasse no computador durando o final de semana.
Mas estou de volta para falar de um livro que eu li já faz muito tempo, ele simplesmente é um livro magnífico. Eu sou fã do Jo Soares, Assassinatos na academia Brasileira de letras no leva numa historia de suspensa, investigação e com alguns trechos de comedia(que o Jo sempre coloca em tudo que ele faz)Como faz tempo que eu li o livro, não tenho muito o que comenta, pois a memorial me falta em alguns momentos, deixarei vocês com a sinopse do livro retirado do site www.netsaber.com.br, e no final do post o download do livro em pdf.



"Durante seu discurso de posse, o senador Belizário Bezerra, o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras, cai fulminado no salão do Petit Trianon. A morte de outro confrade, em circunstâncias semelhantes - súbita, sem sangue e sem violência aparente -, traz uma tensão inusitada para a tradicionalmente plácida casa de Machado de Assis: um serial killer literário parecia solto pelo pacato Rio de Janeiro de 1924, e não estava pra brincadeira. Queria ver mortos todos os imortais.
Os "Crimes do Penacho", como a imprensa marrom apelidou a série de assassinatos, despertaram a curiosidade do comissário Machado Machado, um tipo comum na paisagem carioca não fosse o indefectível chapéu-palheta, a pinta de sedutor irresistível e a obstinação em provar que aquelas mortes jamais poderiam ser coincidências.
Em sua investigação, que serpenteia entre um chope e outro no Café Lamas, uma visita ao teatro São José, uma passada no cemitério São João Batista e outra na Lapa, Machado Machado encontra suspeitos por toda parte: políticos, jornalistas, religiosos, nobres falidos, embaixadores, crupiês, poetas maiores e menores, homens de letras, magnatas da imprensa, alfaiates e atrizes francesas, quase todos com um pendor inescapável para o assanhamento e a malandragem."

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